Mostrar mensagens com a etiqueta PSI 20. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PSI 20. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Subida de 1,4% coloca Bolsa de Lisboa em máximos de Julho de 2011

Com uma subida expressiva da banca, da Mota-Engil e da PT, o principal índice da Bolsa de Lisboa terminou a sessão desta quarta-feira a crescer 1,4%, o que lhe permitiu passar a barreira dos 7000 pontos, fixando um valor máximo desde Julho de 2011.
Num dia sem grandes oscilações nas principais praças do Velho Continente, que encerraram no seu conjunto sem tendência definida, o desempenho da praça portuguesa sobressaiu entre as congéneres europeias. Durante a sessão, o PSI-20 chegou a negociar nos 7066,16 pontos e acabou por fechar nos 7055,27 pontos, com 16 das suas 20 cotadas a ganharem valor face a terça-feira.
A escalada acontece pela sexta sessão consecutiva e explica-se, em parte, pelo crescimento do sector bancário, que tem beneficiado nos últimos dias de uma descida das taxas de juro da dívida portuguesa no mercado secundário.
A maior subida pertenceu ao Banif. Dando continuidade à recuperação das últimas sessões, o banco liderado por Horácio Roque disparou nesta quarta-feira 9,6%, levando as acções aos 0,013 euros.
A valorização do BCP, a segunda maior no sector da banca, de 2,7%, permitiu à instituição encerrar com as acções nos 0,19 euros; já o BPI valorizou-se 1,79%, com os títulos nos 1,418 euros, enquanto o BES cresceu já abaixo de 1%, terminando nos 1,207 euros (mais 0,83% do que na terça-feira).
A valorização do índice ficou ainda marcada pelo desempenho expressivo da Mota-Engil, que cresceu 7,82%. O grupo de construção, o que mais valorizou no PSI-20 em 2013, dá nos primeiros dias deste ano continuidade ao movimento de crescimento, beneficiando da adjudicação de novos projectos em África e na América Latina, em particular, da notícia de entrada no sector mineiro no Zimbabwe.
O entusiasmo estendeu-se à PT, que encerrou com uma valorização de 3,49%, com as acções nos 3,55 euros cada.
Na sessão destacaram-se ainda as empresas do universo EDP. Enquanto a eléctrica liderada por António Mexia cresceu1,67%, para 2,786 euros, a EDP Renováveis, aos comandos de João Manso Neto, valorizou 1,32%, para 4,119 euros.
Esta tarde, já depois do fim das negociações em bolsa, a subsidiária da EDP veio anunciar um novo contrato de venda de energia nos Estados Unidos. Isto no mesmo dia em que o presidente da EDP anunciou um investimento de cerca de 30 milhões de euros anuais até 2016 na rede da região de Leiria.
Em terreno negativo encerraram a EFSG (holding do grupo dono do BES), a Sonae Indústria, a Galp e a Semapa.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Bolsa cai pela primeira vez em cinco sessões

A bolsa nacional encerrou a sessão a desvalorizar pela primeira vez em cinco dias, com a EDP e a Jerónimo Martins a pressionarem. No resto da Europa a tendência também é de perdas com o índice de referência a desvalorizar mais de 1%.
O índice PSI-20 recuou 0,63% para 6.498,16 pontos, com seis cotadas a valorizarem e 13 a perderem terreno. Uma encerrou inalterada face ao valor de fecho da véspera.
 Entre as principais praças europeias a tendência também é de perdas, com o índice europeu Stoxx 600 a perder 1,43% para 319,45 pontos e a registar a maior desvalorização desde 27 de Agosto.
 Por cá, entre as cotadas que mais pressionaram está a EDP, que desvalorizou 1,70% para 2,725 euros por acção. O banco Goldman Sachs cortou o preço-alvo em 5% para 2,10 euros por acção. A avaliação confere uma perda potencial de 25% aos títulos e justifica a manutenção da recomendação de “vender”.
Já a subsidiária para as energias alternativas, EDP Renováveis, recuou 0,59% para 3,907 euros por acção e a REN, que gere a rede eléctrica nacional, encerrou inalterada nos 2,25 euros.
Também a pressionar esteve a Jerónimo Martins, que depreciou 1,27% para 14,755 euros por título.
A construtora Mota-Engil foi a cotada que mais desvalorizou no índice principal, ao perder 2,12% para 4,581 euros. Ainda assim, a construtora acumula uma valorização de 190%, desde o início do ano, sendo que a cotada registou uma forte valorização nas últimas semanas.
A empresa anunciou a dispersão de capital da sua subsidiária para o negócio em África, que vai ser admitida à cotação em Londres.
O restante sector da construção também negociou em forte alta, nas últimas sessões. A Teixeira Duarte, que não integra o PSI-20 fechou o dia nos 0,93 euros, inalterado face ao valor da véspera. A Soares da Costa, que anunciou a entrada de António Mosquito no seu capital e também chegou a mais do que triplicar o seu valor de mercado, desde o início do ano, também encerrou inalterada nos 0,36 euros.
Pela positiva, destacou-se a Portucel que avançou 1,86% para 2,954 euros. Entre as restantes cotadas do sector, a Altri progrediu 0,32% para 2,528 euros, enquanto a “holding” Semapa encerrou praticamente inalterada ao descer 0,07% para 8,194 euros.
O Banco Comercial Português também encerrou em alta, ao avançar 0,66% para 0,1377 euros. Contudo, recuou do máximo de Setembro de 2011 em que chegou a negociar durante a sessão, ao transaccionar nos 0,14 euros por título.
Já o Banif perdeu 2,11% para 0,0093 euros (0,93 cêntimos) e o BES recuou 0,1% para 1,019 euros. O BPI declinou 0,42% para 1,18 euros.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

PSI 20 despede-se de novembro em alta animado pelos ganhos de 3% do BCP

mercados
 

A Bolsa de Lisboa terminou a última sessão da semana em terreno positivo, a contraria a tendência de perdas registada pelas principais praças europeias, suportada pelas ações do sector financeiro e dos pesos-pesados.
Na Europa, as principais praças terminaram com quedas que oscilaram entre os 0,1% da bolsa francesa e os 0,4% do índice italiano, enquanto que, no outro lado do Atlântico, as praças norte-americanas seguem em terreno positivo.
Os mercados acionistas europeus fecharam a recuar apesar da melhoria das perspectivas da dívida espanhola por parte da agência de rating Standard and Poor's, bem como da queda do desemprego na zona euro no mês passado, num dia marcado pelo arranque do período de vendas da época natalícia, que fez disparar as ações das retalhistas, sobretudo, as norte-americanas.
O PSI 20 terminou a valorizar 0,47% para os 6.537,77 pontos, com 16 cotadas em alta e apenas 3 no vermelho.
A impulsionar a praça lisboeta estiveram as ações da banca, com o BCP a disparar 2,8%, acompanhado pelo BPI que ganhou 0,9%, e pelo BES que subiu 0,7%.
Igualmente a suportar o índice nacional estiveram os títulos com maior peso, com a Galp Energia e a EDP a crescerem ambas 0,4%, seguidas pela Jerónimo Martins que progrediu 0,1%
 
Dinheiro Vivo