O principal índice da praça de Lisboa encerrou em terreno negativo, pela segunda sessão consecutiva, e acompanhou a tendência das principais praças europeias.
O PSI-20 encerrou, pela segunda sessão consecutiva, em queda, recuando 0,94% para os 6.294,59 pontos, com duas cotadas em alta, 17 em queda e uma inalterada.
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Na Europa, o sentimento é generalizadamente negativo. As perdas dos índices do Velho Continente oscilam entre a queda de 0,90% do espanhol IBEX 35 e a desvalorização de 0,22% do índice italiano.
Por cá, a pressionar o comportamento do PSI-20 esteve o sector das telecomunicações e o sector financeiro. A Zon Optimus tombou 3,4% para 4,97 euros, a Sonaecom desvalorizou 2,73% para 2,383 euros e a Portugal Telecom cedeu 1,21% para 3,10 euros.
O sector financeiro encerrou no vermelho, isto depois de ter sido noticiado que o Banco Central Europeu pode estar a ponderar passar a taxa de juro dos depósitos para terreno negativo, possivelmente para -0,1%. A taxa paga pelo BCE aos bancos quando estes “estacionam” liquidez no banco central, actualmente em 0%, poderá passar para terreno negativo caso o BCE considere que é necessária uma política monetária mais acomodatícia.
Assim, o BPI, que foi o banco que mais caiu, desvalorizou 2,37% para 1,152 euros, seguido do BES, que perdeu 1,68% para 0,995 euros, e do BCP que deslizou 0,62% para 0,112 euros. O Espírito Santo Financial Group, a “holding” que detém o BES, subiu 0,1% para 5,14 euros.
No sector energético, a Galp Energia foi o único título a encerrar no verde, subindo 0,37% para 12,10 euros. A EDP desvalorizou 0,36% para 2,75 euros e a subsidiária de energias limpas, a EDP Renováveis, perdeu 0,89% para 3,999 euros.
No retalho, a Sonae foi quem teve a queda mais expressiva, caindo 2,71% para 1,077 euros e a Jerónimo Martins deslizou 0,33% para 14,945 euros.
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